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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

#Abrindo o Baú 1 (26/11/2007)

Das cartas que nunca escrevi, 
das 'estórias' que nunca li,
dos amores que nunca vivi,
guardo tudo em algum lugar do peito.
Vivo sonhando com o amanhã, viajo em
meus pensamentos em histórias sem fim
que eu nunca lhe contei.
Histórias com finais iguais, 
com amores diferentes.
Em algum lugar carrego em meu peito,
onde todas as estórias de amor que vivi
não seguem o mesmo roteiro.
Talvez esse seja o segredo de tudo, 
não saber da cena final de nossas vidas,
misturando histórias com estórias, ficção
e realidade dessa jornada mortal 
tão mesquinha quanto essas linhas!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Love player


"Tente olhar ao próximo sem muita admiração e perfeição, afinal todos somos passíveis a erros.
Quanto mais tombos se levam pelo caminho, mais difícil fica de encontrar a rua do amor!
O que há de errado nisso tudo afinal se cumpriste o “figurino”?
Quanto mais tento me aproximar, mais longe fico.
E diante disso tudo, ainda temo em perder a vontade de vencer esse jogo
Que um dia acreditei ser amor!”

Autoria: Aline Silveira
25/08/10

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

So Clear

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“Tolices! seria isso o resumo do amor?
E o amor seria o sentido da vida?
Então nossas vidas são tolices?
Às vezes me pego indagando sobre o sentido disso tudo:
do amor, da paixão, da dor, do prazer e dos caminhos que não nos levam a lugar algum.
E os erros?Ah os erros, que muitas vezes assimilamos a sua lição
e no dia seguinte a cometemos outra vez.
Seria a tolice uma forma de melhor assimilar a vida?
O amor seria o segredo da vida?
Qual seria a graça de um mundo sem o prazer do amor?
Qual seria o sentido dos relacionamentos sem a possibilidade de um pé na bunda?
Tudo seria tão linear, tão limpo, tão claro e perfeito que logo acharíamos um porre esse mundinho e nos mataríamos com overdose de dores.
Não teria o porque dos poetas e nem das canções triste,
não teria o por que indagar pois as respostas estariam ali na nossa frente.
Ah, prefiro escrever a Historia dos derrotados, a letra dos mal amados,
O soneto dos amaldiçoados e a vida dos excluídos.
Tolices? Sim! mas prefiro a referência dos que lutaram,
pois a perfeição é o conceito mais escroto da sociedade.”

Autoria: Aline Silveira
28 junho 2010 as 22h50

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Desatino poeta noturno





“Nesses versos chuvosos que lhe piso com delicadeza
para que ainda amanheças em meus sonhos do inicio ao fim.

Seu olhar rasga meus versos e de quebra
levas a minha alma a sorrir.
Se não há mais motivos a lagrimas me ensine ao menos te esquecer.
Se há tanto amor no fim da tempestade,
Será que falta muito ainda para o céu brilhar?”
Autoria: Aline Silveira
                                                                  Data: 19.07.10

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Amor breve ; Amor eterno



“Há tempos esperava por esse momento
porém a inspiração estava espremida e sem espaço dentro de mim.
Até mesmo sufocada perante as situações rotineiras, porém inesperadas,
situações essas que meu coração tornou-se
campeão mundial: as desilusões!
Queria compreender isso tudo, entender porque me deixaste se fui eu
que te re ergui quando mais precisaste?
Se foi eu a primeira a ser verdadeira e intensa ao teu lado?
Talvez os nossos caminhos sejam o contrario mesmo
ou talvez eu seja além
do que você mereça!
Talvez o meu cantar seja em vão,
talvez o meu pesar seja na contra-mão,
Talvez o meu caminho seja a ilusão,
ou talvez meu coração perca de novo a direção,
Mas uma coisa é certa, não cairei nos teus jogos de
menina infantil e imatura, mimada e acomodada.
Irei mostrar ao meu coração perdido outros amores loucos
e unicos e apaixonantes, quentes e intensos
mesmo que breve, mesmo que eterno!”


Aline Silveira
15/07/2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

Filosofia urbana

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"Que rosto é aquele em meio a multidão?
Ela parece triste , esperando o ônibus em vão!
Que pessoa é essa que me olha enquanto espera o sinal abrir?
Parece um sonhador alegre a me sorrir!
Vejo milhares de rostos na multidão, 
pessoas que nunca vi e nunca mais verei outra vez 
e fico a imaginar que fim eles terão!
Aquela senhorinha: como sera a sua morte?
Aquele homem: será que a sua companheira a trai?
Aquele menino: quais serão os seus sonhos?
Por que estão tristes? 
Por que estão felizes?
Por que esse olhar de cansado?
Porque essa fisionomia de esperança?
Por que carregas a desilusão?
Perguntas que me indagam enquanto olho a vida diante 
meu ônibus lotado.
Mas uma coisa me é absoluto,
no próximo ponto já não lembrarei
de seus rostos, mas minhas
perguntas, como sempre,
permaneceram sem respostas!"

Escrito por Aline Silveira
Data: 08/06/10

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A sonhadora só

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“Sofri quando a nossa música deixou de tocar,
Tremi quando o seu perfume deixei de exalar,
Cai quando já não conseguia te acompanhar,
Sorri quando desisti de lhe amar!”

Autora: Aline Silveira
(31/05/10) 11h05