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quarta-feira, 30 de março de 2011

Ode to Cobain







Vamos modificar as palavras!
Pelo menos todas aquelas
que podem nos ferir?

Mas não são as dores
que nos ensinam a viver?

Preciso da dor pra sentir meu
Sangue vibrar por você!

Então para que modificar as palavras?
Elas são necessárias para
O nosso amadurecimento
Mesmo quando aprendemos a lição.

Celebre a dor pois ela
ira te acompanhar aonde quer que você vá.
E não importa o quanto você gritar
Pois quando seu coração sangrar
Somente a ingratidão irá lhe acalentar!



Autoria: A.S.
data: 30/03/11

É só subir as nuvens (negra alma)






Mesmo só
eu ainda posso sonhar
Mesmo só
ainda posso cantar
Mesmo só
a lua vem me visitar
diante a janela aberta
do meu coração
que nunca deixou de
cantar o Amor.


Autoria: Aline Silveira
Data: 30/03/2011

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

As vezes, perfeitos estranhos se tornam melhores amigos



        
Hoje assiste a um filme meio que por acaso, que inicialmente era só uma animação qualquer, mas o seu enredo aos poucos foram me surpreendendo, estou falando de Mary e Max: uma amizade diferente. O enredo é de uma sensibilidade impar, nos põe em cheque velhos paradigmas. Temas como: amizade, autismo, drogas, suicídio,bullying, ate mesmo o amor são tratados na visão de dois personagens de países distintos e realidades e idades bem diferentes, porem algo em comum lhe atraem, o elo da amizade.
      Diante esse filme senti meus sentimentos se misturarem e girarem como se eles estivessem num liquidificador. Senti algo engasgado aqui, queria falar algo só não sei como e nem o que era. Talvez seja esse sentimento de esperança em saber que há algo sim maior que a Grande Maquina $$, o nome disso talvez seja o verdadeiro amor, é isso que move, que modifica as pessoas, que gera a compreensão e a  satisfação das almas vazias.  


A.Silveira
19/11/10 01h30

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O retorno

                                                      







"A vida não nos ensina a perder mesmo, sabendo o seu destino final.
A vida nos inspira a não perecer, mesmo seu mundo desabando diariamente.
A vida coloca-nos a frente de portas trancadas. 

Parece testar nossos limites, assim como o amor que acreditamos ser infinito. 
A complexidade humana e a eterna busca da perfeição, 
tudo me parece em vão...
onde foram parar as nossas chaves?"


By aline S.
16/11/10

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

#Abrindo o Baú 1 (26/11/2007)

Das cartas que nunca escrevi, 
das 'estórias' que nunca li,
dos amores que nunca vivi,
guardo tudo em algum lugar do peito.
Vivo sonhando com o amanhã, viajo em
meus pensamentos em histórias sem fim
que eu nunca lhe contei.
Histórias com finais iguais, 
com amores diferentes.
Em algum lugar carrego em meu peito,
onde todas as estórias de amor que vivi
não seguem o mesmo roteiro.
Talvez esse seja o segredo de tudo, 
não saber da cena final de nossas vidas,
misturando histórias com estórias, ficção
e realidade dessa jornada mortal 
tão mesquinha quanto essas linhas!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Love player


"Tente olhar ao próximo sem muita admiração e perfeição, afinal todos somos passíveis a erros.
Quanto mais tombos se levam pelo caminho, mais difícil fica de encontrar a rua do amor!
O que há de errado nisso tudo afinal se cumpriste o “figurino”?
Quanto mais tento me aproximar, mais longe fico.
E diante disso tudo, ainda temo em perder a vontade de vencer esse jogo
Que um dia acreditei ser amor!”

Autoria: Aline Silveira
25/08/10

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

So Clear

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“Tolices! seria isso o resumo do amor?
E o amor seria o sentido da vida?
Então nossas vidas são tolices?
Às vezes me pego indagando sobre o sentido disso tudo:
do amor, da paixão, da dor, do prazer e dos caminhos que não nos levam a lugar algum.
E os erros?Ah os erros, que muitas vezes assimilamos a sua lição
e no dia seguinte a cometemos outra vez.
Seria a tolice uma forma de melhor assimilar a vida?
O amor seria o segredo da vida?
Qual seria a graça de um mundo sem o prazer do amor?
Qual seria o sentido dos relacionamentos sem a possibilidade de um pé na bunda?
Tudo seria tão linear, tão limpo, tão claro e perfeito que logo acharíamos um porre esse mundinho e nos mataríamos com overdose de dores.
Não teria o porque dos poetas e nem das canções triste,
não teria o por que indagar pois as respostas estariam ali na nossa frente.
Ah, prefiro escrever a Historia dos derrotados, a letra dos mal amados,
O soneto dos amaldiçoados e a vida dos excluídos.
Tolices? Sim! mas prefiro a referência dos que lutaram,
pois a perfeição é o conceito mais escroto da sociedade.”

Autoria: Aline Silveira
28 junho 2010 as 22h50