Hoje assiste a um filme meio que por acaso, que inicialmente era só uma animação qualquer, mas o seu enredo aos poucos foram me surpreendendo, estou falando de Mary e Max: uma amizade diferente. O enredo é de uma sensibilidade impar, nos põe em cheque velhos paradigmas. Temas como: amizade, autismo, drogas, suicídio,bullying,ate mesmo o amor são tratados na visão de dois personagens de países distintos e realidades e idades bem diferentes, porem algo em comum lhe atraem, o elo da amizade. Diante esse filme senti meus sentimentos se misturarem e girarem como se eles estivessem num liquidificador. Senti algo engasgado aqui, queria falar algo só não sei como e nem o que era. Talvez seja esse sentimento de esperança em saber que há algo sim maior que a Grande Maquina $$, o nome disso talvez seja o verdadeiro amor, é isso que move, que modifica as pessoas, que gera a compreensão e a satisfação das almas vazias.
Das cartas que nunca escrevi, das 'estórias' que nunca li, dos amores que nunca vivi, guardo tudo em algum lugar do peito. Vivo sonhando com o amanhã, viajo em meus pensamentos em histórias sem fim que eu nunca lhe contei. Histórias com finais iguais, com amores diferentes. Em algum lugar carrego em meu peito, onde todas as estórias de amor que vivi não seguem o mesmo roteiro. Talvez esse seja o segredo de tudo, não saber da cena final de nossas vidas, misturando histórias com estórias, ficção e realidade dessa jornada mortal tão mesquinha quanto essas linhas!